5ª edição do Congresso Nacional dos Peritos Criminais Federais acontece em Foz do Iguaçu

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A 5ª edição do Congresso Nacional dos Peritos Criminais Federais acontecerá de 23 a 25 de maio, em Foz do Iguaçu. O tema do evento será “A Ciência a Serviço da Segurança Pública”. O congresso é organizado pela Associação Nacional dos Peritos Criminais Federais (APCF), que representa a carreira da PF responsável pelas análises científicas das provas e vestígios de crimes.

A palestra inaugural, sobre os desafios da perícia criminal no exterior, será feita pelo perito federal José Helano Matos, às 13h30 da 4ª feira (23). Ele foi o primeiro brasileiro a integrar o escritório-sede da Interpol, na França, como diretor na área de perícia, ciência forense e banco de dados especializados.

Em seguida, os peritos criminais Giovani Rotta e Ronaldo Carneiro Júnior falarão sobre o trabalho da PF no caso Prosegur, maior assalto da história do Paraguai, ocorrido em 2017 com participação de criminosos brasileiros.

Na 5ª feira (24) pela manhã, Rodrigo Lange e Ricardo Hurtado explicarão o trabalho da perícia criminal federal que permitiu acesso aos sistemas usados pela Odebrecht para registrar conversas e movimentações financeiras, o Drousys e o Mywebday. À tarde, haverá um painel sobre outro caso de 2017, a chacina ocorrida na fazenda Santa Lúcia, no município de Pau D’Arco, no Pará.

Na manhã de 6ª feira (25), haverá um painel que tratará de casos como assalto aos correios, superfaturamento de obras públicas e homicídios. Outra palestra na 6ª feira abordará os desafios da perícia de informática nas eleições de 2018.

A perícia criminal federal é uma carreira da PF que abrange 19 áreas de atuação, desde análises de DNA e drogas, passando por armas e munições, documentos contábeis, obras de engenharia e sistemas computacionais.

“A ciência é essencial para o aumento da taxa de resolução de crimes e redução da insegurança enfrentada pelo país. Hoje, o Brasil possui alto encarceramento decorrente de flagrantes, como o pequeno tráfico de drogas. Mas os casos que dependem de investigação para serem resolvidos, como corrupção, crimes sexuais e homicídios aindam possuem elevado grau de impunidade”, afirma o perito criminal federal Marcos Camargo, presidente da APCF. “Um desafio é buscar cada vez mais o desenvolvimento científico focado na análise dos vestígios pelos órgãos de segurança pública, aumentando a taxa de resolução de crimes e reduzindo a impunidade”, diz.

Programação completa: https://www.conpcf.com.br/hotel-wish 

 

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