O sentido da audição: Escolher escutar ou não já é uma realidade

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“É preciso deixar claro às pessoas que elas podem escolher o tipo de prótese que será implantada em suas cabeças, ou mesmo as móveis,  e que há diferentes marcas, modelos valores e funcionalidades”, enfatiza a especialista logo no início da conversa. 

A Dra. Carolina Funchal é especialista em fonoaudiologia está à frente da Clínea, em Foz do Iguaçu, há quase vinte anos. A sede é nova, mas a história da empresa  iniciou-se no fim dos anos 90, com a implementação do Serviço Auditivo do Hospital Ministro Costa Cavalcanti – HMCC; do Programa de Conservação Auditiva na Itaipu Binacional, com a implementação de exames periódicos aos funcionários expostos a ruídos; e ainda com a luta pela implantação do Exame da Orelhinha pelo SUS no município de Foz do Iguaçu em 2004, o que virou lei municipal, quatro anos antes de ser criada a lei federal regulamentando a realização do exame para as crianças recém-nascidas em todo o país. 

Estudos comprovam que 30 milhões de brasileiros possuem perda auditiva em algum grau. Para a Dra. Carolina é importante ficar atento independentemente da idade em que a pessoa esteja, pois, qualquer perda é significativa: “se há algum indício de perda, é necessário que o motivo seja investigado e que o problema seja tratado, pois uma vez que começou a ocorrer é preciso de conhecimento, tratamento e cuidado para que o problema não tenha evolução para uma perda mais significativa”, esclarece.

Atualmente há inúmeros produtos no mercado que podem ser utilizados para minimizar os impactos da perda auditiva, desde implantes cocleares para diagnósticos positivo para surdez no teste da orelhinha, realizado em crianças recém-nascidas, até o uso de tratamentos por meio de aparelhos auditivos, que regulam o volume dos sons e proporcionam autonomia às pessoas que possuem algum tipo de perda auditiva, “nós observamos que principalmente nas pessoas em idade mais avançada, há uma vontade de se comunicar melhor, de falar e de ouvir, e quando há perda na capacidade de ouvir, os reflexos podem ir muito além, impactando também o convívio social e prejudicando o aspecto emocional destas pessoas”, explica a especialista.

Os problemas auditivos podem ocorrer em Jovem Adulto, de maneira súbita e até irreversível; em idosos por, causas naturais do envelhecimento, e em crianças recém-nascidas.  

Tecnologia a favor da audição

Para corrigir essas perdas, as próteses desempenham um papel fundamental: 

As próteses convencionais são para todos os tipos de perda e funcionam como se ‘aumentasse o volume’, como amplificador por  frequencias especificas de acordo com a necessidade do paciente. Podem ser retiradas como oculos. São os aparelhos auditivos comuns.

As próteses osteoancoradas já faz uma transmissão do som via osso e vai direto para a célula auditiva a partir de um implante no osso e um aparelho que se coloca próximo da orelha (ou muitas vezes que substitui a orelha de quem não tem). 

O implante coclear é o procedimento mais invasivo, pois é quando as células já morreram e a cirurgia substitui a função das células mortas, fazendo com que o aparelho auditivo volte a funcionar. 

“É emocionante poder participar ativamente da mudança de vida de uma pessoa que passa a ouvir melhor e a se comunicar com sua família, ou mesmo de poder proporcionar a uma criança, cuja perda auditiva é diagnosticada logo ao nascer, a possibilidade de que ela tenha um desenvolvimento como todas as outras crianças, principalmente no aspecto social, e de desenvolvimento”, enfatiza.

“Passei a ouvir meus próprios passos”

Na família de dona Lacy Duarte Alves, de 70 anos, o problema da perda auditiva é hereditário: seu pai, seus tios paternos também possuem. Aos nove anos ela começou a ter perda auditiva com a ruptura do tímpano no ouvido direito, cerca de trinta anos depois ela fez uma cirurgia para reposicionar o estribo (um osso minúsculo que fica dentro do ouvido) e felizmente voltou a escutar, porém o ouvido esquerdo também apresentou perda, que ela corrigiu com o uso de aparelho. Hoje ela usa aparelho nos dois ouvidos: no esquerdo e no direito, “eu achava que ouvia bem com o ouvido direito, que foi operado, mas, na primeira vez que experimentei um aparelho até me assustei com o barulho dos pássaros e com o som dos meus próprios passos, foi emocionante”, comemora.

“Canto no coral e ouvir bem é essencial para distinguir as notas…”

Seu Mituo Chikasho, de 80 anos, trabalhou a vida inteira em barragens e naquela época não tinha tanta preocupação com excesso de ruídos, há dez anos ele passou a ter perda auditiva, também passou a fazer uso de aparelhos auditivos e hoje reconhece todos os sons nos dois corais onde participa, “eu canto no coral do Centro de Convivência de Idosos e também no coral da Unila, e ouvir bem é fundamental para distinguir as notas e para cantar bonito, sem desafinar”, brinca.

A empresa

Há três anos, dra. Carolina Funchal deu um passo a mais na carreira de especialista em audiologia, e abriu uma sede para sua empresa com a qual já havia prestado diversos serviços a instituições importantes da cidade, “quando a gente tem uma inquietação e deseja algo a mais, a gente não consegue ficar parado, assim, tomei coragem e abri minha clínica onde ofereço todo meu know-how que inclui tratamentos e  atendimentos com a venda de produtos”, esclarece. 

A Clínea é a clínica especializada em Audiologia mais completa da região. Possui todos os tipos de avaliações auditivos; de Alta Complexidade; Para Tontura; Processamento Auditivo Central e Terapias Fonoaudiológicas.

E agora, buscando prover tecnologias de ultima geração e o que há de mais atual na área de saúde auditiva, a Clinea torna-se representante exclusiva da marca de aparelhos auditivos Unitron -Audiocare, da marca de proteses osteoancoradas Ponto e da marca de proteses implantáveis Neuro 2 (Implante Coclear) da Oticon Medical. Está localizada na Av. Paraná, 1319, Sala 01. Edifício Premier. Foz do Iguaçu – PR.

(Assessoria)

 

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