UDC entrega pesquisa de fluxo nas pontes da Amizade e Fraternidade

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Pelo quinto ano o Centro Universitário UDC realizou o levantamento de dados científicos e confiáveis sobre a realidade nas fronteiras do Brasil e entre o Paraguai e Argentina, nas Pontes da Internacional da Amizade e Fqaternidade e apresenta os resultados do trabalho aos órgãos que vão utilizar esses dados. 

A pesquisa sobre o tráfego de veículos nas duas pontes internacionais ocorreu entre os dias 11 e 13 de outubro de 2015 e foram contabilizadas as seguintes categorias: automóveis, mototáxis, motos, táxis, vans, ônibus e caminhões.

O trabalho foi liderado pelo Pró-reitor do Centro Universitário Professor Doutor Fábio Prado. O corpo docente fez a coordenação pedagógica dos estudantes envolvidos nos trabalhos de campo: cursos de Arquitetura, Engenharia Civil, Administração das três faculdades, Comunicação Social, Relações Internacionais, Engenharia Agronômica, Engenharia Ambiental, Turismo e Sistemas de Informação (UDC, UDC Monjolo e Anglo Americano). “Dados científicos são números exatos e isso tem se mostrado muito eficiente no auxílio ao trabalho dos órgãos responsáveis pelas aduanas e pelo desenvolvimento da região. Com esses resultados é possível verificar com exatidão o dimensionamento do fluxo em cima das Pontes e é um instrumento para a realização de um trabalho de marketing mais direcionado. Essas pesquisas são ferramentas de tomada de decisão com bases seguras”, declara Prado.   

Ponte da Amizade

Analisando o fluxo de veículos na Ponte Internacional da Amizade percebeu-se que a maior parte dos veículos que circulam na Ponte da Amizade tem placas do Paraguai, seguido do Brasil e Argentina.

Pelo 5º ano o Centro Universitário UDC realizou o levantamento de dados científicos e confiáveis sobre a realidade nas fronteiras entre o Brasil e Paraguai; Brasil e Argentina respectivamente e agora apresenta os resultados do trabalho aos órgãos que vão utilizar esses dados. 

Houve um dado diferente nesta edição, uma queda significante, em termos médios, da quantidade de veículos que circularam pela PIA em 2015. Esta redução sensível, no número de veículos, provavelmente, se deva a alta desvalorização do Real frente ao Dólar, inviabilizando que muitas pessoas estivessem estimuladas a fazer compras no país vizinho.

O que foi possível apontar é que houve uma redução dos veículos, que rodeiam a PIA, em geral, no período observado, da ordem de aproximadamente 40%, em relação a média diária dos anos anteriormente mensurados. Demonstrando que há uma relação muito forte na redução dos diversos tipos de veículos atravessando a PIA em ambos sentidos.

 Ponte da Fraternidade

Analisando o fluxo de veículos na Ponte Internacional da Fraternidade entre os dias 11 e 12 de outubro, observou-se que a maior quantidade é a de carros, seguida de táxis, vans, ônibus, motos e caminhões. Percebeu-se que a maior parte dos veículos têm placas do Brasil. Em termos médios diários compreende-se que houve um aumento de aproximadamente 35% no número de veículos que atravessam a Ponte nos dois sentidos. Este aumento considerável, no número de veículos, provavelmente, se deva a alta desvalorização do Real frente ao Dólar, e consequentemente valorização do Peso Argentino, estimulando que os argentinos venham a fazer compras no Brasil.

Perfil dos visitantes

Para traçar um perfil do visitante e suas impressões das fronteiras do Brasil com o Paraguai e Argentina e dos principais pontos de visitação localizados na cidade de Foz do Iguaçu, na Ponte da Amizade foram entrevistadas 124 pessoas. Para isso foi aplicado um questionário com 31 perguntas. Já na Ponte da Fraternidade 90 pessoas responderam ao questionário com 37 perguntas.

Brasil X Paraguai

Nesta pesquisa, a maioria dos entrevistados foram brasileiros pertence às regiões Sul e Sudeste. A maioria das pessoas já visitou Foz do Iguaçu de duas a quatro vezes, tendo a pretensão de retornar à cidade. Mais da metade dos entrevistados acham a Ponte um atrativo turístico, sendo que a maioria não aprova a limpeza e visual desta, bem como não se sente seguro na região.

Sobre o atendimento dos servidores na aduana, consideraram 79,6% entre Bom e Ótimo. A maioria dos entrevistados pensam que a prática do contrabando deve ter condenação penal, que a fiscalização realizada gera benefícios e os transtornos gerados são um ônus natural para quem atravessa a ponte. 89,5% dizem se dizem a favor das operações da Receita. Sobre o atendimento onde fizeram as refeições em Foz do Iguaçu, quase 85,7% dizem ser bom e ótimo.

 Brasil X Argentina

A pesquisa revelou que a maioria dos entrevistados eram de outros países. O principal objetivo da viagem é o Turismo. A maioria das pessoas vieram à primeira vez à Foz do Iguaçu, tendo a pretensão de retornar à cidade. Visitaram também outros atrativos turísticos e estão satisfeitos com estes. Quanto ao tempo, a maioria das pessoas leva entre 60 e 120 minutos para atravessar a Ponte, sendo apontado como o principal motivo a desorganização do trânsito do lado brasileiro. No entanto, metade dos entrevistados acham a Ponte um atrativo turístico, sendo que a maioria aprova a limpeza e visual desta, bem como se sente seguro na região. Sobre o atendimento dos servidores na aduana, consideraram 84,6% entre Bom é Ótimo.

A ação foi realizada em conjunto entre a UDC e várias instituições e os resultados foram entregues ao Comtur (Conselho Municipal do Turismo), Instituto Polo Iguassu, Receita Federal em Foz do Iguaçu, Polícia Federal em Foz do Iguaçu, Codefoz (Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social de Foz do Iguaçu), Acifi (Associação Comercial e Empresaria de Foz do Iguaçu e DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte).

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